quinta-feira, 9 de junho de 2011

SER HUMANO CAPACIDADE DE JUGAR!

Eram dois vizinhos...
Um deles comprou um coelho para os filhos.

Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação.

O homem comprou um filhote de pastor alemão.

Conversa entre os dois vizinhos:

- Ele vai comer o meu coelho!

- De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos
"pegar"amizade...

E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram
amigos.

Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.

As crianças, felizes com os dois animais. Eis que o dono do coelho foi
viajar com a família e o coelho ficou sozinho.

No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche
quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes,
imundo, sujo de terra, morto.

Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra!

Dizia o homem:

- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso!

Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?!

Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus
ferimentos.

- Já pensaram como vão ficar as crianças? Não se sabe exatamente quem
teve. A idéia, mas parecia infalível:

- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o
Secador e o colocamos na sua casinha.

E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho.

Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.

Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças.

-Descobriram! Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à
porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.

- O que foi? Que cara é essa?

- O coelho, o coelho...

- O que tem o coelho?

- Morreu!

- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.

- Morreu na sexta-feira!

- Na sexta?

- Foi. Antes de viajarmos as crianças o enterraram no fundo do quintal e
agora reapareceu!

A história termina aqui. O que aconteceu depois não importa.

Mas o grande personagem desta história é o cachorro.

Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de
infância.

Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado.

O que faz ele?

Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para
seus donos, imaginando fazer ressuscitá-lo.

E o ser humano continua julgando os outros...

Outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência
de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.

Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos
da verdade?

História como esta é para nos ensinar a pensar bem nas atitudes que
tomamos, porque as vezes fazemos o mesmo...


"A vida tem pelo menos quatro sentidos: amar, sofrer, lutar e vencer."
"Quem ama sofre, quem sofre luta e quem luta vence."
Então: Vamos Amar muito, Sofrer pouco, Lutar bastante e Vencer sempre!!!

domingo, 24 de abril de 2011

PARA PENSAR!

Um dos temas jurídicos que tem tomado vulto e importantes debates entre os estudiosos do direito no Brasil, é o que diz respeito a legalidade ou não dos eventos populares como rodeios, vaquejadas ou outras festas populares que utilizam animais para o entretenimento do público, assim como o abandono de animais de estimação como cães e gatos. Além de se constituírem em eventos com características sociais altamente enraizados em várias regiões do Brasil, têm eles reflexos econômicos pois como se sabe atraem milhares de pessoas envolvendo grandes somas de dinheiro, o que dificulta colocações humanitárias e jurídicas sobre a temática. Entretanto, ante a evolução dos conhecimentos científicos sabemos que os animais são seres que possuem características semelhantes aos humanos e estão sujeitos a sensações muito parecidas, o que nos deve tornar mais sensíveis no trato com eles, criando assim leis de proteção.
Animais como o cavalo e o camelo permitiram a expansão de nações, ajudando o homem no deslocamento a grandes distâncias, além de auxiliar nos trabalhos de campo, aliás como acontece ainda hoje em inúmeras regiões. A domesticação de bovinos, caprinos, de aves como a galinha, o peru e o pato, por exemplo, permite ao homem ter perto de si um estoque alimentar fundamental para a sua sobrevivência. Os cães domesticados, por sua vez, passaram a ser grandes colaboradores, tanto como auxiliares de guarda como no pastoreio. Em muitas regiões do globo são usados os mais variados animais como os falcões na caça e os mergulhões na pesca, sem contar a grande importância do camelo e do elefante, este último na África e na Índia, como meio de transporte e mesmo como auxiliares no trabalho. Na medicina os animais têm também primordial importância pois auxiliam ao homem em suas experiências científicas.